terça-feira, 30 de novembro de 2010

Montanha Russa

Conseguiu andar no Brinquedo? Sim.
E como foi?

- Foi como andar de cavalinho num tigre selvagem preso no olho de um furacão.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Estrela do Mar

Sabe, as vezes eu me perguntava:

Ó Meu Deus, porque você é assim?

(e mais uma vez).

Porque com tanto peixe no mar eu fui me apaixonar justo pela estrela dele?

...

Minha estrelinha narcisista e apaixonante que eu decidi proteger do imenso mar.

domingo, 28 de novembro de 2010

Leite derramado sobre o meu relógio

O que me mata é a morte do amor.
E eu não digo só do amor carnal, não, digo do amor por tudo, pelas coisas, pela vida, por tudo...

Pouco me importa se o amor vêm em gotinhas, assim como vacina, por que ele mais me serve de cura pra toda essa minha aflição de espírito, do que de migalhas de perdição (aí das migalhas que caem da mesa).

Também pouco ligo se as vezes vier muito, não reclamaria das explosões de ciume, das brigas medíocres, do copo de leite que derramou.

Não, não amor meu, isso eu entenderia calmamente, enxugando o que sobrou e compreenderia, desta vez ser chato ou fazer bico.

(Há de se entender que a paixão é deverás inconstante, fato. Mas que seja fixa em existir, que não pare, não).
Exijo de ti a legitimidade e coerência de um relógio?

Longe disso, só te peço que fluas, sim, fluas em mim, em toda parte, fluas por entre as brechas que te dou, e os sorrisos que encantam, fluas pelos cantos que se enchem de poeira.

Mas flua sem parar, verta sem se conter (Seja quem você é, ou quem costuma ser) e que não cesse meu amor, por favor, continue a me amar enquanto o tempo do meu relógio passar.

sábado, 27 de novembro de 2010

Mundo Perfeito

As vezes eu penso, que se no mundo houvesse só eu e você, tudo poderia ser, seria, deveria ser perfeito. O mundo perfeito.
O único problema é que o mundo não é só eu e você, tem sempre um monte de gente entre nós para atrapalhar.
O único problema é o resto do mundo cheio com seus conceitos, isso me deixa doente...
Você é única exceção, a única cura, o único jeito.
Se fosse você e eu o mundo seria perfeito.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Luz no meio do tunel.

Pois bem, como começar?

Ando tão pra lá que eu não consigo me organizar, até pra escrever esse texto está sendo uma tortura. Portanto é bem provável que ele saia uma lastima. Não que os outros já não tenham saído assim, mas acho que pela falta de organização esse ganha. Perdoai.

E o pior de tudo isso é que últimamente eu não tenho tido tempo pra fazer tudo que eu deveria fazer. Pelo menos não pra tudo que eu queria fazer. E o pior é que eu nem sei por onde começar.

Eu sei, eu sei...

Já decorei a todas essas listas dessas que dizem o que fazer. E não me venha mais com essa história de Livrinho de auto-ajuda.

Eu quero ajuda.

Mas eu não estou nem um pouco afim dessa ajuda que vêm embalada com preço e código de barras.

Eu estou precisando mesmo é de uma luz no fim do Tunel, mesmo que eu ainda só esteja no meio dele.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Morrer é pura vaidade

Segue a Babilônia em degeneração, o que se passa em tua mente é apenas corrupção, violência e sofrimento.

Tudo é indecente, sério demais, decadente ou algo mais.
É a mais pura vaidade.

E nem vêm me oferece essas drogas sujas, perfume barato num traje vulgar. Eu já provei do sabor desse pecado, me engasguei e morri, mas isso já foi a muito tempo atrás, muito tempo atrás.

Agora a gente vive em outra época, novo nome, roupa nova, simples.

Vamos tentar mais uma vez, e outra vez, com certeza mais uma centena de vezes, mesmo sem saber, e as vezes, vamos tentar e nos separar, encontrar, vou te perder ou me achar.

Até a gente se encontrar de novo pra se matar, mas eu, eu sou a tua eterna morte.