Mas algo que conta trechos do dia em que se fez o que jamais se deveria ter feito.
Eles dizem: "Cubram-se, é lepra contagiosa." E andam pomposos em suas suntuosas poses de arrogância e dor, e compelem o mar de nossos pensamentos e esta nação a lama, pobres almas podres, que nem sabem o que dizem.
O grupo de jovens pensantes que caminham com blusas vermelhas, riem-se quietos,
sabendo-se superiores a tudo isso.
E há quem queira a primeira pose de fascismo para si, mas eu não quero isso pra mim, eu prefiro à verdade, mesmo que essa me rasgue.
Por isso ao invés de me esconder da luz do sol ou da agua da chuva, eu corro feliz, beirando as possas no chão, assim como seus boatos que correm soltos.
É preferível correr livre, mas não fugindo de alguém ou de alguma coisa, correr para algo, pra felicidade encontrar, antes de se prender a um futuro que não leva a nenhum lugar.
E isso é tudo mesmo besteira da minha cabeça, ursos gigantes, em metrópoles de pedra e metal, sociedade hipócrita com base em saliva e papel, tem medo de ser o que é, enquanto o mundo continua girando com seu eixo solar parado no mesmo lugar.
Então, eis a explicação para quando eu estou num balcão e alguém me pergunta; " É de queijo?" eu aceno com a cabeça e sorrio, pensando: sim, é futurista.
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